“O Noivo é Que Sabe”: Próximo “casamento vai ser uma desgraça” e nós contamos-lhe tudo

Tiago deu o anel de noivado a Ana durante umas férias no Dubai, há um ano, mas este casamento foi tudo menos das Arábias. Até a avó do noivo viu uma sopa ser-lhe recusada em “O Noivo é Que Sabe”.

18 Out 2020 | 21:00
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Tiago Faria, de 25 anos, e Ana Simões, de 23, são o novo casal de “O Noivo É que Sabe”, da SIC. A história de amor dos dois remonta há cerca de cinco anos, quando os dois passavam férias num hotel no Algarve.

Na altura, eles não ficaram com boa impressão um do outro, mas acabaram por começar a namorar, selando o início da relação depois de terem jantado no Centro Comercial Colombo. Atualmente, vivem em Vila Nova de Famalicão, mas Ana é de Lisboa, tendo vivido algum tempo em Londres com a sua mãe.

Apesar do amor que os une, este casal não tem as melhores relações com os amigos de cada um. Os dela gozam com a pronúncia dele, enquanto os dele, aos olhos dela, são “espalhafatosos” e gostam de música pimba. Ainda assim, a relação dos dois chegou ao pedido de casamento, que foi feito por ele, o ano passado, durante umas férias no Dubai, que agora concretizaram perante as câmaras da SIC, ainda que muito longe de ter sido um conto de fadas.

A TV 7 Dias descobriu que, fruto destas incompatibilidades com os amigos e de outras com a própria família, a festa de casamento dos dois não vai correr da melhor maneira. Aliás, segundo uma fonte nos revela, “o casamento vai ser uma desgraça”.

Tudo começou com o atraso de Ana. “Estiveram três horas à espera da noiva”, prossegue, referindo vários problemas de organização. “Não havia guarda-sóis, ninguém se preocupou em oferecer água às pessoas que estavam debaixo de um calor insuportável, entre as 13 e as 15 horas. Já para não falar que muitos convidados estavam lá desde as 11h30 da manhã, quando a cerimónia devia ter começado às 13 e começou às 15 horas (ou até mais tarde)”, conta.

O rol de acusações estende-se à produção e ao catering, de não terem tratado bem os convidados e que, inclusivamente, “recusaram dar uma sopa à avó do noivo, uma senhora de quase 80 anos”.

 

Copo-d’água pobre em O Noivo é Que Sabe

 

A lista de reclamações cresce à medida que vamos pedindo mais pormenores e, já com os noivos casados, seguiu-se o copo-d’água, que começou com aperitivos “com pouca variedade”.

Mas não foi o pior e lá vem mais uma “demão” no casamento. “Havia apenas uma opção de peixe e uma opção de carne. Quem não gostasse não comia e quem quisesse mais não podia repetir, porque não havia. O prato de peixe era uma miniposta de bacalhau com um bocado de puré. Não havia possibilidade de repetir. Se alguém quisesse e se alguém não gostasse não tinha outra opção… ou melhor, tinha: era não comer”, desabafa a mesma fonte à TV 7 Dias.

Sobre o prato de carne, a opinião não varia muito. “O prato de carne era uma miséria. Uma fatia de queijo, um bife por baixo (nem se via o bife por baixo do queijo), regado com molho de francesinha frio. Não havia acompanhamentos nenhuns nem outra opção”, descreve.

 

“Frieza com os convidados”

 

O melhor do casamento, segundo nos contou uma outra fonte, foram “os minutinhos do Nel Monteiro”. Os noivos, esses, também não ficaram bem na fotografia de quem esteve presente, sobretudo pela “frieza e falta de contacto com os convidados… acho que foi geral o sentimento de que nós éramos precisos para aparecer muita gente na festa, porque o resto foi como se lá não estivéssemos”.

Este convidado analisa que a produção pode ter falhado, mas que o fracasso na ementa e este “ignorar” dos convidados foi falha dos noivos. Mas isto não causa estranheza a esta pessoa, que aponta o dedo e acusa que eles, “normalmente, no dia-a-dia deles, já fazem isso… aliás nem sei porque convidaram 90 pessoas para o casamento quando muitas pessoas que foram eles nem convivem ou nem falam com elas. Alguns convidados queixam-se que os noivos nem lhes dirigiram a palavra”.

Segundo esta fonte, isto foi só o culminar de várias situações passadas. “A família tem muitos problemas. Falam-se todos bem na frente, mas nas costas é do pior. E isso tudo influencia num bom ou mau ambiente, seja em que situação for.”

 

Texto: Luís Correia (luis.correia@impala.pt); Fotografias: reprodução redes sociais

 

(artigo originalmente publicado na edição nº 1752 da TV 7 Dias)

 

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