O último adeus a Tozé Martinho e as sentidas homenagens dos colegas e amigos

Tozé Martinho morreu este domingo, dia 16 de fevereiro. Tinha 72 anos.

17 Fev 2020 | 10:00
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Tozé Martinho morreu este domingo, dia 16 de fevereiro, no Hospital de Cascais, devido a uma paragem cardiorrespiratória. O ator, que se estreou na primeira telenovela portuguesa, Vila Faia, em 1982, tinha 72 anos.

O velório do também argumentista decorre a partir das 14 horas desta segunda-feira, 17, na Igreja da Ressurreição, estando marcada uma missa de corpo presente para as 19 horas. O funeral, apesar de ainda não ter hora definida, irá acontecer terça-feira, no Cemitério Municipal da Guia.

Colegas de profissão de rastos com a notícia

Sílvia Rizzo soube do desaparecimento de Tozé Martinho assim que aterrou no Aeroporto de Lisboa, depois de ter estado uns dias na neve, à margem da viagem Seat Snow Cup, em Andorra. À VIP, a atriz, visivelmente emocionada, revelou: «Fez parte do meu percurso. Foi ele que me escolheu para participar na Roseira Brava, a primeira novela que fiz. De facto, sabia que não estava bem mas não sabia que estava assim tão mal. Fico muito triste com a notícia e deixo aqui um grande beijinho à família.

Hugo de Sousa, realizador que trabalha atualmente na Globo, fez questão de deixar uma mensagem sentida nas redes sociais sobre esta perda: «Partiu hoje um dos pioneiros da novela portuguesa. A primeira novela que realizei/dirigi há 20 anos era escrita por este grande senhor, que também tive a oportunidade de dirigir como ator. Um grande obrigado e até sempre Tozé Martinho.»

Pedro Granger recordou, no Instagram, uma cena da novela Dei-te Quase Tudo, escrita por Tozé Martinho. «Grande Tozé Martinho. Um dia triste. Um beijo para todos os amigos, família e colegas que com ele tiveram o prazer de trabalhar e conviver. Por aqui vos deixo este Dei-te Quase Tudo, escrito pelo Tozé, que é, até hoje, a novela mais vista de sempre da TVI», assim legendou o momento.

Alexandra Lencastre revela que se trata de «mais um dos pioneiros» a partir cedo. «A nossa história faz-se de homens assim e como tantos que partiram recentemente e nos deixam revoltados, tristes e orgulhosos do caminho que tivemos e do privilégio de o partilhar com eles», escreveu.

Texto: Ivan Silva; Fotos: DR

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