Os torneios de poker do cinema que gostávamos de frequentar

Entre os jogos de cartas, nenhum tem o apreço do poker. A dinámica complexa de resistência mental, tática e sorte, torna a modalidade mais instigante do que o imprevisível blackjack, por exemplo.

17 Jun 2020 | 23:10
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De facto, o poker é tratado como um desporto e cria públicos e expectativas como qualquer outra modalidade desportiva em torneios e casas de apostas respeitadas, como Betway e outras mais.

A “guerra fria” entre dois oponentes habilidosos dos quatro naipes que é disputada no ambiente de luxuosos casinos ou clubes clandestinos com apostas vultosas raramente inspira tédio. Na verdade, são situações retratadas com sucesso em Hollywood em diversos filmes.

A seguir, temos quatro filmes com cenas em que a indústria do cinema melhor realizou sua magia de transportar o espectador para campeonatos dos sonhos, onde falam alto os olhares provocadores, o tilintar das fichas de casino e os grandes sonhos de fortuna inatingíveis.
Se não é a mesma coisa, parte dessa emoção pode ser sentida nos casinos online, como o Betway.

Rounders – A vida é um jogo (1998)

Em Rounders, um jovem Matt Damon em ascensão, interpreta o estudante de Direito Mike McDermott, que deixou o poker para trás, mas precisa voltar às mesas de veludo verde para livrar um bom amigo das garras da máfia.

A cena antológica do filme é um confronto entre apostadores, que envolve nada menos do que John Malkovich, no papel do rival Teddy KGB.

A construção da jogada e as expectativas de Mike são postas nuas em frente à câmera em uma sequência de tirar o fôlego de menos de cinco minutos.

Talvez Damon tenha tido dificuldades em encarnar um universitário, mas não um exímio jogador de carteado: as habilidades do astro no certame garantiram-lhe um lugar no maior campeonato de poker do mundo, o World Series of Poker, no ano de lançamento do filme.

O Jogador: A História de Stu Ungar (2003)

Já que mencionamos o WSOP, nada é melhor do que uma cinebiografia de um tricampeão desse campeonato fundamental para atiçar os ánimos.

Stu Ungar é essa figura lendária, considerada um dos melhores jogadores de sempre do desporto. Sua história é tão fascinante quanto triste e isso fica claro no filme, pois sua derrocada movida a drogas e apostas em cavalos ganham grande atenção.

Uma das melhores cenas do filme é o exercício de “adivinhação” que Ungar (Michael Imperioli) faz das cartas na mão de um oponente, com base nos trejeitos do sujeito.
O exercício de dedução feito a partir da intuição comportamental é levada a um nível de lenda no episódio em questão.

Um Golpe de Sorte (2008)

Eric Bana interpreta o jovem e dedicado Huck Cheever, um jogador de poker com sérios problemas afetivos – tanto em relacionamentos amorosos quanto nos familiares. Para participar da final da WSOP, esse concorrente precisa arrecadar uma grande soma em dinheiro.

Cheever é brigado com o pai, interpretado por Robert Duvall, que é bicampeão do torneio. Em “Um Golpe de Sorte”, há muito mais no poker do que a disputa por grandes prémios materiais.
A cena em que pai e filho desenvolvem uma aula analítica do jogo à mesa de uma cafeteira é um dos melhores exemplos da dinámica pai e filho e do tipo de raciocínio rápido que rege o desporto.

Casino Royale (2006)

Um filme de James Bond rodado no circuito de apostas de Monte Carlo é o supra sumo do imaginário dos casinos de luxo. O filme de estreia de Daniel Craig no papel do agente a serviço de Sua Majestade coloca-o diante do vilão Le Chiffre, um banqueiro clandestino, tanto no salão de jogo quanto no mano a mano.

A cena mais interessante do longa-metragem cria uma ambientação tensa e curiosamente didática: o torneio entre figurões é filmado de maneira impecável e conta com comentários dos personagens, na medida certa, como explicação nas jogadas mais cruciais do carteado.

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