Pedro Dias: comportamentos podem ditar «culpa»!

Indiciado por cinco crimes de homicídio, em outubro de 2016, Pedro Dias começa hoje a ser julgado.

03 Nov 2017 | 12:22
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Começa hoje o julgamento de Pedro Dias, indiciado por 5 crimes de homicídio, incluindo a morte de um militar da GNR. Os crimes de Aguiar da Beira remontam a outubro de 2016. O acusado, que se entregou à PJ em directo na RTP, negou sempre a autoria dos homicídios e ainda não falou à justiça. O único sobrevivente destes crimes é outro militar da GNR. Pela sua relevância na história, é também considerada a testemunha chave do caso.

Depois de uma breve leitura dos comportamentos de Pedro Dias, feita após a entrevista dada à RTP aquando da sua detenção, o site da Maria quis perceber junto de Alexandre Monteiro, especialista em Linguagem Corporal, qual o comportamento adotado pelo fugitivo, durante toda a conversa, compreendendo assim se existe uma maior probabilidade de culpa ou de inocência.

Ao que parece, Pedro Dias tem um perfil que foca a superioridade, a manipulação, a omissão de culpa e a probabilidade de mentira, algo que será explicado, mais pormenorizadamente, perante atos de Pedro Dias, mais à frente. Neste caso, em específico, a leitura dos comportamentos é feita baseada num contexto de tensão e stress, uma vez que se tratava de um fugitivo prestes a entregar-se às autoridades. Uma pessoa inocente, em stress, apresentar-se-ia ansiosa, nervosa e com medo, algo que não aconteceu com Pedro Dias, o que denota assim um comportamento comprometedor.

Na entrevista, divulgada no programa Sexta às 9, da RTP, Sandra Felgueiras colocou algumas questões aquele que era o homem mais procurado do país, que perante a leitura feita da sua linguagem não-verbal pode ser considerado culpado dos crimes de que é acusado. Conheça agora, ao pormenor, o que significou cada ação deste homem durante a entrevista ao canal público.

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