Que CONFUSÃO! Afinal, bebé real britânico é AMERICANO?

O filho de Meghan Markle e do príncipe Harry nasceu esta segunda-feira, 6 de maio. Além de ainda não se saber o nome, há ainda um detalhe que diz respeito à cidadania do bebé.

07 Mai 2019 | 12:01
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O filho de Meghan Markle e do príncipe Harry nasceu esta segunda-feira, dia 6 de maio e o duque de Sussex era, na primeira declaração pública, o rosto da felicidade. Os britânicos festejaram efusivamente o nascimento do bebé real mas além do nome e do local onde nasceu ainda serem uma incógnita, existem várias questões acerca daquele que é o oitavo bisneto da rainha Isabel II.

A confusão está instalada no que diz respeito à cidadania do bebé real britânico. Se aos olhos da lei do Reino Unido, o filho do príncipe Harry é sem dúvida britânico, uma vez que nasceu no Reino Unido, o Departamento de Estado dos Estados Unidos não interpreta a lei da mesma forma.

Aos olhos da lei norte-americana, o filho dos duques de Sussex adquiriu automaticamente nacionalidade americana pelo facto de Meghan Markle ainda não ser cidadã britânica. Para ter a nacionalidade do pai, o The New York Times explica que a ex-atriz terá de submeter um série de documentos à embaixada americana em Londres.

O facto de o bebé ter também cidadania americana é algo que é possível segundo a lei britânica. «Pode candidatar-se a uma cidadania estrangeira e manter a britânica», pode ler-se no site oficial. E, de acordo com a embaixada e consulados dos Estados Unidos no Reino Unido, um indivíduo pode ter mais do que um passaporte de diferentes nacionalidades.

Assim sendo, se Meghan e Harry quiserem que o bebé tenha passaporte americano, é possível. No entanto, se o bebé for considerado um cidadão americano terá de pagar impostos americanos. A CNN avança que «os inspetores das finanças dos Estados Unidos podem escrutinar a riqueza de Harry e Meghan.»

 

O bebé pode candidatar-se à presidência dos Estados Unidos?

 

Se o bebé real tiver de facto cidadania americana, o filho de Meghan Markle e do príncipe Harry pode, se quiser, candidatar-se à presidências dos Estados Unidos. Por mais irónica que pareça, esta é de facto uma possibilidade e talvez ainda mais real do que a de vir a tornar-se rei, uma vez que é o sétimo na linha de sucessão ao trono.

Uma possível candidatura à Casa Branca implicaria que «o filho dos duques de Sussex vivesse durante 14 anos consecutivos nos Estados Unidos e que os legisladores continuassem a interpretar a Constituição norte-americana da mesma forma.

Se entretanto, Meghan Markle tivesse renunciado a sua cidadania americana antes do nascimento do bebé, o menino não poderia candidatar-se à presidência.

 

Quem serão os padrinhos do bebé real?

Para já, todas as opções parecem estar em aberto no que diz respeito às escolha dos duques de Sussex para os padrinhos do bebé real. Apesar de o nome de George Clooney ter surgido como uma forte possibilidade, a verdade é que há muitas outras opções.

Entre as várias amigas próximas da ex-atriz – Serena Williams, Benita Litt, Abigail Spencer e Jessica Mulroney – qualquer uma será uma possível opção.

É também provável que um dos amigos mais próximos do filho mais novo da princesa Diana ocupe o lugar de padrinho. Quem sabe, Nicholas Van Cutsem ou Charlie Van Straubenzee.

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Texto: Redação WIN – Conteúdos digitais | Fotos: Reuters

 

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