Grande carga sexual! Ricardo Carriço fala de cenas íntimas com Fernanda Serrano

Dez anos depois, o ator regressou à TVI para substituir Pedro Lima, um trabalho que considera uma homenagem ao falecido amigo. Vai protagonizar cenas bastante ousadas.

27 Set 2020 | 9:00
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Aos 59 anos, Ricardo Carriço e conta com um longo currículo na representação. Atualmente em Amar Demais, da TVI, dá vida a Gabriel Vilanova. «Ele quer ser primeiro-ministro, não olha a meios para atingir os seus objetivos. É casado com uma mulher mais velha que vai aparecer num momento crucial da história. Tem uma paixão assolapada pela marquesa e vai fazer tudo para que ela não case com o Zeca», conta o ator. No entanto, a sua personagem vai ter um caso com Fernanda Serrano e as cenas dos dois prometem dar que falar. «É um gosto trabalhar com a Fernanda Serrano. Tudo é fácil. Temos uma carga muito sexual, mas também de muito entre-ajuda. Estas cenas tem muito a ver com o à vontade que se tem com as pessoas. Nestas cenas com a Fernanda quase nunca nos tocamos e demos uma carga emotiva e sexual grande. Termos cumplicidade com a pessoa descomplica.»

A sua entrada na novela deu-se de forma inesperada, após a morte de Pedro Lima a 20 de junho, que inicialmente interpretava o personagem Gabriel. O ator não teve tempo para se preparar, nem passar por um processo de pesquisa para a construção deste político. «Tive a sorte de ter uma equipa extraordinária que quando cheguei aqui me agarrou com as duas mãos. Levaram-me ao colo. O que me foi dado, foi de tal maneira tranquilizante, que foi como se tivesse estado desde o início», conta. Sobre ter substituindo o falecido colega, não esconde que: «É especial por todas as razões e mais algumas. E também é uma homenagem.»

Este trabalho marca o regresso do ator às novelas da TVI, dez anos depois do seu último papel, o vilão de Flor do Mar. Ricardo Carriço mostra-se feliz por ter voltado a uma casa onde foi “muito feliz” e sublinha: «Comecei na RTP, passei para a TVI, depois SIC e, agora, para a TVI outra vez. É bom reencontrar antigos colegas. Deu-me uma certa nostalgia ver que as pessoas continuam cá e que cresceram. Espero que achem o mesmo de mim.»

Devido à situação atual e à pandemia do coronavirus, por questões de segurança, o método de trabalho durante as gravações é muito diferente do habitual. «Não há duvidas que são realidades diferentes. Temos que ganhar hábitos novos e mantermo-nos o mais informados possíveis. Temos que confiar na classe médica, seguir as regras e respeitarmo-nos mais uns aos outros.» Contudo, assume que no início do surto pandémico teve bastante receio. «Foi assustador. A grande mudança foi perder a liberdade de sair de casa. A primeira vez que fui ao supermercado e fiquei a aguardar cá fora na fila… a dois metros de distância da outra pessoa, senti que estava num filme de ficção. Foi assustador, mas isto vai ter que acabar um dia», conclui.

Texto: Neuza Silva (neuza.silva@impala.pt); Fotos: Helena Morais e Instagram

 

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