Rita Pereira recorda morte de ex: «Quando o Angélico morreu, a minha cabeça mudou»

Rita Pereira esteve à conversa com Maria Cerqueira Gomes e recordou como a trágica morte do ex-namorado, Angélico Vieira, a afetou e a fez mudar o pensamento.

21 Jun 2019 | 16:10
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Rita Pereira abriu o coração em entrevista a Maria Cerqueira Gomes, emitida no Você na TV!, da TVI, desta sexta-feira, 21 de junho. A conversa centrou-se em como a vida da atual jurada de A Tua Cara não me É Estanha mudou desde o nascimento do filho, Lonô, a 27 de dezembro do ano passado.

«Eu pensava que tinha noites loucas, mas, afinal, as noites loucas começaram há cinco meses. Nada se compara a acordar três vezes para dar biberons», disse Rita, frisando o que já disse algumas vezes: tem dificuldade em lidar com a privação de sono. «Não me apetece estar com pessoas, conversar, sair de casa. Eu estou super feliz, mas a privação de sono transtorna uma pessoa», reafirma.

«Agora, já amo»

As noites mal dormidas não lhe tiram o brilho do olhar quando se fala do menino, nascido da sua relação com Guillaume Lalung. Desde que foi mãe, conta, sente-se «mais despreocupada em relação a muita coisa» e revela que dá «importância a coisas diferentes».

«Agora posso dizer que amo uma nova pessoa. Agora, já amo», adianta a Maria Cerqueira Gomes, que por sua vez diz ser «normal» uma mãe não se perder de amores pelo filho logo após o nascimento deste. «Há um processo, sim. Pode haver pessoas que amam os filhos desde que saem de dentro delas, mas comigo isso não aconteceu. Quando ele nasceu, foi [pensar que]: ‘ele está vivo, eu estou viva, correu tudo bem’. É por etapas. Agora já o amo e tenho saudades dele se estiver muito tempo fora de casa. Eu achava que isso não ia acontecer», indica.

«Quando o Angélico morreu, a minha cabeça mudou»

Sendo uma das estrelas da TV nacional com mais seguidores nas redes sociais – 1,2 milhões no Instagram, e 1,4 no Facebook -, Rita Pereira lida diariamente com elogios, mas também com críticas. Tudo começou quando, em 2003, participou na segunda temporada de Morangos com Açúcar. Passados 16 anos, diz ter aprendido «a lidar» com o que se diz a seu respeito que não corresponda à verdade.

«Foi quando o Angélico [Vieira] morreu que a minha cabeça mudou. Comecei a perceber que não podia dar valor às coisas que se escrevem e que não são verdade. É preciso ter força para ler, pensar três segundos, meter de parte e continuar», avança.

Recorde-se que a atriz e o cantor, que morreu em 2011, aos 28 anos, três dias depois de ter sofrido um grave acidente de viação, mantiveram uma relação durante anos. Conheceram-se durante as gravações daquela da série juvenil, da qual Angélico também fazia parte.

«Eu agora lido bem com isso porque já chorei muito. Já quis ficar fechada em casa, já quis desistir disto tudo. Já passei mesmo mal», desabafou Rita.

Também a companheira de Manuel Luís Goucha acabou por revelar ter sentido «o apontar de dedo quando as pessoas tiveram noção» de que iria deixar a família no Porto para se mudar para Lisboa para apresentar o matutino do canal de Queluz de Baixo: «Quando vim para a TVI comecei a perceber melhor como funciona este mundo».

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Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: reprodução redes sociais

 

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