Rogério Samora posa em nu integral… para ajudar os outros. Veja as imagens

Aos 61 anos, Rogério Samora aceitou posar em nu integral por uma causa solidária. O ator faz parte de um calendário para ajudar os mais necessitados através do projeto Rede de Emergência Alimentar.

14 Dez 2020 | 17:05
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Rogério Samora mostrou-se sem pudores… por uma causa solidária. O ator, de 61 anos, tirou a roupa e apareceu em nu integral para um calendário e, assim, ajudar os mais necessitados através do projeto Rede de Emergência Alimentar. Ao todo, a fotógrafa Margarida Dias produziu 12 fotografias de nu artístico.

“A iniciativa do Rogério Samora, expondo o seu corpo nu, num cenário inóspito, é um grito de alma e solidariedade para com todos os que se sentem sozinhos, abandonados à sua sorte”, revela a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome.

Para o ator, este é um gesto especial, já que os meses de confinamento lhe serviram para fazer uma auto reflexão e perceber que “nada é garantido”. Por isso, 25% do valor de cada venda irá reverter para a Rede de Emergência Alimentar.

De momento, Rogério Samora está a gravar a nova novela da SIC, “Amor, Amor”, na qual vai interpretar o papel de Cajó. Além dele, integram o elenco da trama nomes como Joana Santos, Ricardo Pereira, Maria João Bastos, Paulo Rocha, Rita Blanco e Luísa Cruz.

 

Rogério Samora aponta o dedo à SIC

 

A forma como a SIC e a SP Televisão geriram as gravações da segunda temporada de “Nazaré”, atualmente em exibição, não foi do agrado de Rogério Samora. O ator, conhecido por não deixar nada por dizer, revela agora que se sentiu “um cavalo a ser chicoteado” e que a “pressão” foi demasiada.

“O que sinto é que, com este projeto, me venderam gato por lebre. Disseram-me que íamos ter mais tempo e que ia ser tudo mais lento mas, ao fim de um mês, esquecemos isso tudo porque era preciso acabar [de gravar] por causa de estruturas e financiamentos”, afirma.

“Depois, senti que, desta vez, houve mais pressão por parte da produção e dos assistentes de realização para que o trabalho se fizesse e a pressão não é boa para quem trabalha com emoções. Aliás, não é boa em lado nenhum. Deixamos de ser seres humanos e passamos a ser máquinas”, prossegue, em entrevista à TV Guia, assumindo que se sentiu “um cavalo a ser chicoteado para chegar à meta”.

 

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Texto: Carolina Sousa com Ana Filipe Silveira; Fotos: reprodução redes sociais

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