Rui Maria Pêgo sofre com DOENÇA: «é um castigo silencioso»

Rui Maria Pêgo publicou um texto onde explica detalhadamente o momento que está a viver. O locutor tem vindo a sofrer com esse problema ao longa da vida.

18 Out 2018 | 7:40
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Rui Maria Pêgo deu as boas-vindas ao outono da pior forma. A sofrer com um problema que o tem vindo a atacar ao longo da vida, o locutor partilhou uma fotografia, esta quarta-feira, 17 de outubro, onde informa os seguidores que está com amigdalite.

«Estou com amigdalite. Outra vez. Para quem nunca teve é como ter vidro a morar na garganta a roçar-se feliz no que pode e encontra. É um castigo silencioso tornado bactéria que se aloja e nos domina. Tira-nos a energia. Suga-nos o bom humor», começa por escrever o filho de Júlia Pinheiro.

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O locutor das manhãs da Mega Hits, não se poupou nos detalhes e recordou um dos piores episódios que viveu com este problema.

«É só um reminder [lembrete] da pior de todas vivida exactamente neste quarto exactamente há 3 anos. Exactamente. Era tudo muito diferente. Cegava de febre. Não comia. Por isso e não só por isso. 

Leia o texto na íntegra.

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Estou com amigdalite. Outra vez. Para quem nunca teve é como ter vidro a morar na garganta a roçar-se feliz no que pode e encontra. É um castigo silencioso tornado bactéria que se aloja e nos domina. Tira-nos a energia. Suga-nos o bom humor. Em casos limite, impede-nos de comer e beber – dobra-nos. Já as tive na rádio, no teatro, no Filho da Mãe, em exames e muito apaixonado. Não me parece haver aqui um moodboard. Este céu arrancado agora e guardado aqui é só um reminder da pior de todas vivida exactamente neste quarto exactamente há 3 anos. Exactamente. Era tudo muito diferente. Cegava de febre. Não comia. Por isso e não só por isso. Na altura, aproveitei e revi todas as temporadas de Sete Palmos de Terra e chorei desde as vísceras como um branco privilegiado que mora num país sem guerra mas que tem DOR e DRAMAS e HEARTBREAK. Importa aqui reforçar: o sofrimento não leva escala de gradação. Embora, visto à distância, há lugares de partida que são Trevas. Lembram-se de quando a Claire vai embora e todos envelhecem? E as fotografias mudam todas na parede? Será para sempre o meu season finale preferido. Disse de sempre? De sempre. Para gente in synch com patcholi e Eckhart e luas e túneis multidimensionais, as amigdalites surgem por não verbalizarmos a raiva que sentimos. É o significado espiritual, assomam os que conhecem o IRS mas que prefeririam pagar em karma. Percebo-os. Devo ter algum para queimar. A verdade é que não sei. O que reconheço é que este céu é muito bonito, que não há amor como o dos pais e que voltar ao quarto onde matámos mais do que 22 demónios é o antídoto certeiro para a quarta amigdalite do ano. Bem-vindo, Outono! Quem está comigo neste barco da infecção sazonal? #bleçed

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Rui Maria Pêgo orgulhoso do trabalho na rádio

A trabalhar na rádio jovem mais ouvida do País, Rui Maria Pêgo confessa-se feliz e orgulhoso.

«Fico muito contente, trabalho na Mega Hits há quatro ou cinco anos e estou no horário da manhã mais ou menos há um ano e a ideia era marcarmos as manhãs e acho que conseguimos fazer isso. Acho que o Cala-te Boca é um ótimo exemplo de como as pessoas estão sedentas de conteúdos que sejam verdadeiros.»

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Referindo que o público pede histórias reais, justificou: «Acho que estamos todos um bocadinho fartos de conteúdos que sejam fake e dos influencers e disso tudo. Trabalho quase há 11 anos e ter a sorte de estar num programa da manhã e convidar as pessoas e as pessoas virem. Tenho a sorte das pessoas quererem falar comigo».

Fotos: Arquivo Impala e Redes Sociais

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