Teresa Guilherme está de volta ao Big Brother… e estas são as suas 6 superstições!

São seis as superstições que Teresa Guilherme cumpre à risca em cada reality show que apresenta. O mesmo não será exceção para este domingo, dia em que arranca Big Brother – A Revolução.

13 Set 2020 | 19:30
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Teresa Guilherme está de regresso à TVI na noite deste domingo, 13 de setembro, para conduzir Big Brother – A Revolução. A «rainha dos reality shows», como muitos a tratam, nunca escondeu as várias superstições que tem e a TV 7 Dias recorda algumas delas em dia de estreia do reality show, que conquistou Portugal há 20 anos.

 

  • Garrafa de vidro com água

Teresa Guilherme nunca apresentou um reality show sem a sua famosa garrafa de vidro com água, oferecida por um fã. É este o seu principal amuleto da sorte nos programas que conduz.

  • As palavras proibidas

«Azar» e «cobra» são duas palavras que a apresentadora nunca pronuncia. E uma vez falou disso no seu blogue. «Não posso falar da tal palavrinha começada por A que significa pouca sorte e, só de pensar nela, já estou a bater na madeira. Toc, toc, toc. Três vezes», escreveu.

  • 13, o número da sorte

O número 13 é odiado por muita gente, mas para Teresa Guilherme significa sorte. Curiosamente, o seu regresso à TVI acontece dia 13 de setembro e esta data talvez não tenha sido escolhida ao acaso…

  • 8 horas de sono

Para Teresa, as oito horas de sono são sagradas. Segue à risca o ditado ‘Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer’, principalmente em tempos de reality show, porque o descanso é fundamental para si. Excepto quando faz noitadas com Miguel Dias, com quem escreve os guiões das galas. Gosta de acordar e fazer exercício físico, meditação e beber sumo de limão.

  • O prato preferido antes das galas

Talvez poucos saibam, mas Teresa Guilherme tem por hábito comer um prato de esparguete antes de cada gala para lhe dar energia ao longo das várias horas em que apresenta o programa em direto. A massa é simples e pode ter algum condimento que não seja pesado.

  • A sagrada terça-feira

Não foi à toa que os reality shows que apresentou tinham sempre as nomeações emitidas à terça-feira. É este o dia preferido de Teresa Guilherme. O mesmo acontecerá com Big Brother – A Revolução.

 

No seu blogue já falou várias vezes de superstições e até recordou a história da famosa garrafa de vidro com água. Leia o texto completo:

 

«No Big Brother nasceu uma superstição que foi partilhada por grande parte da equipa técnica, e que passou despercebida à maioria do público. Houve sempre a mesma garrafa de água, em cima da mesa, do primeiro ao último programa das seis séries. Todas as terças-feiras, a nossa garrafa era religiosamente guardada na casa de um amigo e companheiro de trabalho, o câmara João Dias, que a trazia de volta na semana seguinte.

Tudo começou no verão imediatamente anterior ao primeiro Big Brother, quando a equipa estava a fazer outro programa para a RTP, em que viajávamos por todo o país. Ao jantar, mesmo antes do espetáculo, criámos um hábito que se transformou rapidamente em superstição. Um elemento da equipa escolhia no restaurante um objeto, e eu tinha de convencer o dono a oferecê-lo: um cinzeiro, um copo, um simples bibelô. Mais palavrinha menos palavrinha, eu conseguia sempre.

Até que chegou a vez do João Dias escolher o tal objeto no restaurante Palmeiras, que fica em Areias de S. João, lá para os lados de Albufeira.

E o João atirou-se logo a uma aparatosa garrafa para ver se era dessa vez que eu perdia. Primeiro obstáculo: a dita garrafa também era especial para o dono do restaurante, o Sr. João Manuel. Eu que pedisse outra coisa qualquer, mas aquela garrafinha é que não, argumentava ele.

Depois de muita converseta pedi-lhe para ele, ao menos, a emprestar, dizendo-lhe que seria o amuleto do Big Brother que ia começar daí a poucas semanas.

O Sr. João cedeu, mas tive de lhe prometer que, quando acabasse o programa, a devolvia. Depois de quatro anos, em que aquela garrafa foi tratada nas palminhas, mas que também nos rendeu muitas palminhas, lá a devolvemos ao Sr. João Manuel. Ao contrário do que seria natural, ele nunca contou a ninguém a história daquela garrafa e por fim ofereceu-ma. Deixou de ser anónima e acompanha-me até hoje, sem nunca perder a magia. Obrigada ao Sr. João Manuel por ter acreditado, com tanta força como eu, que dentro daquela garrafa estava o segredo do sucesso do BB. Toda a gente tem as suas superstições e amuletos, só que não confessam. Mas isso agora não interessa nada.»

 

Texto: Filipa Rosa; Fotografias: Arquivo Impala e reprodução redes sociais

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