Terra Brava: Julgamento de Filipe chega ao fim e a sentença é surpreendente!

Depois de ouvidas as testemunhas de defesa e de acusação, o juiz lê a sentença. A TV 7 Dias conta-lhe tudo o que vai acontecer ao falso padre!

22 Mai 2020 | 22:20
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Na novela Terra Brava, na SIC, a revelação que Filipe (João Batista) afinal é um impostor e que ocupou o lugar do verdadeiro padre Janeiro causou uma reviravolta na trama. Os populares sentiram-se enganados, contudo, quando o falso padre vai a tribunal, todos reconhecem que ele tem valores e ajudam-no perante o juiz. A TV 7 Dias conta-lhe como vai decorrer o julgamento de Filipe, que termina com abraços e demonstração de amor por parte de Tina (Luciana Abreu).

A sala está cheia de populares de Vila Brava e Filipe começa a falar: «Eu nunca quis mal a ninguém». O juiz confronta-o: «Mas é verdade que se fez passar por padre? E é verdade que andou com o cadáver do padre Janeiro para trás e para a frente, como se fosse um pedaço de carne?»

O namorado de Tina fica constrangido, mas confirma: «Ele era meu amigo, foi com todo o respeito». Indignado, o juiz interrompe-o: «Com todo o respeito? Meteu-o na mala dum carro, depois numa arca frigorífica, depois enterrou-o na campa doutra pessoa. Onde é que há respeito aqui?»

Filipe baixa a cabeça, envergonhado, e, de seguida, são chamadas as testemunhas. Raul (António Fonseca) é o primeiro a falar: «No início, estranhei, mas depois pensei que era um daqueles padres com a mania que são modernos. Ele fez missas, batizados, casamentos… Até ouviu confissões! Ficou a saber os segredos de toda a gente. Deve haver muitas pessoas preocupadas por causa disso …. As obras foram feitas». Tina reza baixinho, aflita.

«Estou arrependido!»

O juiz informa que já foram ouvidas as testemunhas de acusação e chama as de defesa. Nesta altura, Filipe afirma: «Não tenho nenhuma testemunha de defesa, senhor doutor Juiz. Mas sei muito bem que não há no mundo quem me possa ilibar ou defender. Aceito o destino que tiver para mim. Estou arrependido de ter enganado as pessoas de Vila Brava, que foram mais do que meus amigos, são a minha família.»

A população fica dividida e Prazeres (Noémia Costa) intervém: «Eu posso ser testemunha de defesa. É meu dever como boa cristã». De seguida, oferecem-se várias pessoas. Tina também quer levantar-se, mas Diana (Catarina Gouveia) impede-a, salientando que ainda o incrimina. O burburinho espalha-se pela sala e o juiz aceita as novas testemunhas.

Prazeres começa a falar: «Aquele rapaz ali foi sempre muito correto comigo e considero-o muito amigo do seu amigo. Não é padre? Não! Mas é mais cristão do que muitos que aqui estão nesta sala, que só o são da boca para fora. E salvou a vida da minha neta, deu o baço por ela. O baço! O doutor alguma vez deu um pedaço do seu corpo por alguém?»

Condenado… mas sem prisão

Os populares aplaudem com veemência e Catarina (Filipa Nascimento) acrescenta: «Ele salvou-me a vida». Filipe fica comovido e Mercedes (Isabel Ruth) também se manifesta: «Eu dei-lhe dinheiro para as obras, sim, mas as obras foram feitas. E o que eu queria era missa e missa tivemos. Muito boa, por sinal. Acho que o senhor Filipe é pessoa com o coração no sítio certo. Nunca faltou quando alguém lhe pediu um ouvido amigo e um conselho». Mafalda (Bárbara Lourenço) também testemunha a favor do amigo.

Posteriormente, o juiz lê a sentença. «O arguido é condenado por todos os crimes de que vem acusado, à pena de prisão de dois anos e à multa de 5000 euros. Todavia, e tendo em conta às atenuantes evidenciadas e aos depoimentos abonatórios apresentados por várias das vítimas, vai esta pena ficar suspensa por cinco anos, na condição do arguido cumprir cabalmente um trabalho em prol da comunidade a definir em execução de sentença. O tribunal é da opinião que o senhor cometeu o crime em estado de necessidade e que não lesou as vítimas de forma especialmente gravosa. Numa tentativa de o regenerar, optou-se por condená-lo a trabalho comunitário. A ver se compensa pelo mal que fez.»

Tina não consegue evitar começar a chorar. Filipe fica perplexo e interroga: «Mas… vou para a cadeia ou não?» O juiz diz que não e que lhe está a dar uma nova oportunidade.

A plateia começa a aplaudir. A dançarina corre para o namorado, abraça-o e beija-o. Todos aplaudem esta demonstração de amor… menos Prazeres. «Mas, mas…. Larga o homem! Deixa-o em paz. Xô, xô!», pede, mas sem sucesso.

 

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Texto: Neuza Silva; Fotos: Divulgação SIC

 

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