Todo o final de Senhora do Mar – Exclusivo

As emoções vão estar ao rubro no desfecho da novela da SIC. Manuel morre mas, no último episódio, aparece em fantasma para dar a sua bênção ao amor de Joana e do padre Pinheiro.

13 Jun 2024 | 8:55
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De cortar a respiração, assim vai ser a reta final da novela da SIC. Tal como já lhe revelamos, Joana (Sofia Ribeiro) engravida novamente de Manuel (Afonso Pimentel), mas ele morre assassinado por Alex (Pedro Hossi). A veterinária fica devastada, mas consegue levar por diante a gestação. Já na reta final da gravidez, Alex apanha-a e tenta matá-la. Os dois lutam e durante o confronto a veterinária consegue apanhar a arma e dá-lhe um tiro. Nisto, aparece o padre Pinheiro (Albano Jerónimo) a toda a velocidade, após Flávia (Mariana Pacheco) lhe ter dito que teve uma premonição que Joana estava em perigo de vida. O padre depara-se com um cenário de terror, com Alex a esvair-se em sangue e com Joana a entrar em trabalho de parto. Sem tempo para chegar ao hospital, é o próprio padre que faz o parto da amiga. O momento é de grande tensão, mas também de muita emoção quando Joana pega pela primeira vez no filho, a quem deu o nome de Manuel, em homenagem ao falecido companheiro.

Pouco tempo depois chega a polícia e duas ambulâncias. O vilão segue para o hospital em estado grave, é operado e acaba por ser reanimado. Também a veterinária dá entrada no hospital e após ser vista pelos médicos, apesar de alguns ferimentos, estes percebem que está tudo bem, assim como com o bebé Manuel.

Paixão inesperada e o “apoio do fantasma”

Entretanto, dá-se um salto na história. O padre sonha que está a beijar Joana e acorda desorientado. Momentos depois encontram-se na vacaria e trocam um sorriso cúmplice. Ele pergunta-lhe: “Como é que estás? Tu, a Júlia e o Manuel?” A veterinária responde: “Nós estamos muito bem! E um dos motivos é tu mimares-nos!” O padre tenta disfarçar o ar apaixonado.
Mais tarde, no confessionário, o pároco adormece. No seu sonho, ele está sentado no interior do confessionário, com um ar culpado. Um vulto aproxima-se e ajoelha-se para se confessar, mas em vez de baixar a cabeça olha para ele. É Manuel que lhe diz: “Chamaste-me e eu vim.” O padre olha para o amigo, preocupado. Sai do confessionário e o vaqueiro vai ter com ele e afirma: “Não te martirizes, mais tarde vais perceber…Esses sentimentos mais negativos vão desaparecendo, entendes?” Desorientado, o padre questiona se ele sabe como ele se sente, e o vaqueiro faz um aceno de confirmação. “Sinto-me mesmo culpado. Sinto que te estou a trair… que estou a trair a nossa amizade”, assume. No entanto, o amigo garante: “Mas não estás! Estás a fazer o que eu te pedi… a olhar pela Joana e pelo Manuel. E isso dá-me paz.” O padre está muito emocionado e o amigo frisa: “Agora, tens uma escolha para fazer…”, desaparecendo de seguida.
Onze dias depois, o padre toma a decisão de renunciar ao clero e escreve uma carta à Igreja. “No último mês tenho tido muitas dúvidas sobre se sirvo melhor a Deus na Igreja ou no mundo. Talvez seja uma crise de vocação, talvez seja uma crise de idade, mas preciso de deixar o serviço como padre nesta paróquia e descobrir por mim o que é ser um cidadão comum, um fiel comum… Obrigado por todo o apoio e conselhos ao longo dos últimos anos. Com esta carta, demito-me da minha função de padre da paróquia de São Mateus, aguardando a chegada em breve do meu substituto”, escreve. Assina o documento, retira o colarinho de padre e coloca-o em cima da carta. Está sereno com a sua decisão. De seguida, vai ter com Joana e revela: “Deixei de ser padre. Assistir ao nascimento do Manuel mudou-me, Joana. A maneira como olho para ti, para ele e para a Júlia, mudou… Quero estar com vocês.” Ela emociona-se, mas sente que é tudo muito inesperado. Ele continua: “Quero ver os meninos a crescer e estar perto deles e de ti. Sei que não me vês da mesma maneira como eu agora te vejo, mas juro que não te vou pressionar, ou atrapalhar… Só te peço que não me afastes. Quero estar por perto, para se um dia for preciso, defender-vos. Deixa-me tomar conta de vocês.”

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Texto: Neuza Silva (neuza.silva@impala.pt), Fotos: Divulgação SIC e D.R.
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