Tramados pelo vírus: Carolina Loureiro e Vitor Kley afastados

Vitor Kley ia regressar a Portugal, mas, mais uma vez, viu-se impedido de voar do Brasil para os braços de Carolina Loureiro, devido à pandemia. À TV 7 Dias, o cantor fala ainda sobre “A Máscara”.

20 Fev 2021 | 11:10
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No último ano foram obrigados a viver um amor à distância durante cinco meses. Atualmente, e face ao agravamento da pandemia em Portugal, o Governo decretou o impedimento da entrada de cidadãos estrangeiros em solo nacional, o que impede, mais uma vez, Vitor Kley de voar para os braços de Carolina Loureiro, que após uma temporada no Brasil regressou a solo luso a 7 de janeiro.

“Fiquei muito triste, eu estava para ir para Portugal. Mas, enfim, graças a Deus somos muito fortes e compreendemos a situação. Vamos esperar o tempo que for necessário e vamos dando o nosso jeito: falar por videochamada. Logo tudo vai ficar bem, para estarmos juntos novamente”, desabafa, em exclusivo, Vitor Kley à TV 7 Dias.

Apesar de não ser o arranque de ano que esperava, o jovem afirma que a primeira coisa que irá fazer, assim que lhe for possibilitado, será comprar o bilhete de avião com destino a Lisboa. “Assim que der, estarei aí”, diz.

No passado dia 31 de janeiro, Vitor Kley surpreendeu a namorada em “A Máscara”. O cantor aceitou o desafio da SIC e no período em que esteve em Portugal gravou a sua participação no formato. No entanto, não conseguiu enganar a sua cara-metade.

“É o meu marido”, exclamou a investigadora Carolina Loureiro, assim que o camaleão proferiu as primeiras palavras. “Ele está a disfarçar a voz porque eu conhecia logo, mas é ele”, garantiu a atriz.

“A Carolina descobriu logo e ela não sabia de nada. Ela conhece-me de todos os sentidos. Tentei fazer tudo diferente, mas a forma de dançar, não sei, ela conhece-me muito bem, não adianta. Coisa boa”, afirma Vitor Kley, entre risos, reforçando que a sua participação no programa foi das “experiências mais legais” que viveu em Portugal.

“Diverti-me para caramba, estava mascarado e fazia umas danças engraçadas. Foi muito engraçado também gravar a voz da música nessa versão. O técnico de voz que estava comigo também se divertiu”, diz.

 

Texto: Telma Santos (telma.santos@impala.pt); Fotos: reprodução redes sociais

 

(artigo originalmente publicado na edição nº 1770 da TV 7 Dias)

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