“Um palco cheio de cuequinhas com números de telefone”: Emanuel recorda assédio das fãs

Emanuel viveu momentos de verdadeiro assédio por parte das fãs no auge da carreira. “Era uma loucura”, refere o cantor que fala ainda sobre a ex-mulher.

08 Ago 2021 | 20:10
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Emanuel, que na década de 90 se popularizou como o rei da música pimba, falou recentemente sobre o assédio que sofreu nessa altura por parte das fãs e de que forma “esses tempos loucos” interferiram com a sua vida privada.

“Entrei no Top+ e fiquei lá seis meses. O Top+ era para dois ou três da Pop e para a malta estrangeira. O Emanuelzito seis meses no Top foi um escândalo. Acharam que foi uma sorte. Quando toda a gente pensava que o fenómeno se tinha esgotado, aparece o ‘Pimba, Pimba’ e levam comigo durante mais um ano”, contou a uma publicação semanal o anfitrião do Domingão, da SIC, justificando o seu sucesso na época.

O cantor, de 64 anos –  cujo nome de batismo é Américo – diz que essa fase de glória trouxe-lhe outras tentações. “Claro que fui muito assediado… Nem merece a pena contar. Mas recuperei rapidamente. Dois anos depois pensei que aquilo não era vida para mim”, contou à TV Guia, adiantando:  “Estás a ver um palco cheio de cuequinhas com números de telefone? Imaginas a pressão que não sentia… Aquilo era uma loucura… Não gosto de falar sobre isso”.

“O meu comportamento normal é disciplinado e de respeito pelos outros. Tive o deslumbre que qualquer homem tem, mas rapidamente recuperei e voltei ao meu estado normal de homem que entende os outros e se entende a si próprio”, referiu.

Emanue sobre a ex-mulher: “Damo-nos bem hoje”

Numa fase de glória e intensa a nível profissional, o seu primeiro casamento – do qual nasceu o seu filho mais velho, Samuel – acabou por não resistir. “Saiu naturalmente”, conta, referindo-se ao divórcio.  “Somos pessoas inteligentes e resolveu-se de forma pacífica. Damo-nos bem hoje. Conversamos. Ela portou-se como uma senhora e eu como um senhor”.

Atualmente, Emanuel está casado há 22 anos com Sónia, quem considera ser uma excelente mãe. “Uma mulher quando é boa mãe é meio caminho andado para ser respeitada por mim e ser a minha mulher eterna. A minha ligação aos meus filhos então não se explica. Dou-lhes tudo o que é possível”. rematou à mesma publicação.

Texto: Carla S. Rodrigues; Fotos: Redes sociais
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