Cláudio Ramos vai estar presente em antena aos sábados, durante as próximas sete semanas, com Linha d’Ouro, formato que alia o conhecimento à destreza física. Cada programa começa com seis concorrentes individuais divididos em dois grupos. Em cada ronda de perguntas, cada pessoa pode ganhar uma peça, fundamental para erguer uma torre. É através de uma garra mecânica que o participante recolhe as peças e as vai empilhando até conseguir ultrapassar a linha dourada. Apenas um passará à final.
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A TVI escolheu Cláudio Ramos para ser a cara do programa e o apresentador explica como tudo aconteceu. “Um dia o Zé Eduardo [N.R.: Moniz] reúne comigo e diz que tem um desafio interessante para mim que eu ia gostar muito. Quando me disse o que era fiquei surpreso, não me tinha passado pela cabeça, mas entusiasmado, claro!”, garante, à TV 7 Dias. Sobre os motivos que o levaram a aceitar o convite, admite que foi pelo “desafio, o facto de ser uma coisa diferente num registo que nunca tinha feito e a segurança que me passaram quando me convidaram”.
Quanto ao grande desafio para si, enquanto profissional, Cláudio não salienta nenhum em específico. “Acho que o engraçado disto é ver a destreza dos concorrentes. Vamos dar connosco a jogar com eles e a torcer pelos favoritos”, admite. Na sua opinião, Linha d’Ouro “é muito dinâmico, colorido, animado e muito bonito. Tem detalhes que fazem a diferença na hora de entregar um formato destes ao público. O melhor é ver, mas como podem imaginar debaixo de pressão, tempo e nervos acontece muita coisa”, assume.
Apesar de estarem a lutar por “um super prémio na final que reúne todos os vencedores”, ao longo de cada programa, os concorrentes podem ganhar “dinheiro”, diz Cláudio, que, segundo a informação comercial do programa, é um valor garantido “que não entra no bolo acumulado final”. Mas existem ainda outras conquistas. Os concorrentes habilitam-se ainda a ganhar outro tipo de prémios, consoante os parceiros que venham a aliar-se ao formato, como cartões de compras, produtos de beleza, passagens aéreas ou equipamentos de cozinha.
Sobre as expectativas no que às audiências diz respeito, Cláudio reage com tranquilidade. “A minha função e obrigação é fazer o melhor que sei, e eu sei que confio no projeto e que me entrego a ele para que seja a escolha do espectador. Não sou o profissional que despreza a concorrência e sei que trabalhamos todos para o mesmo. O meu foco e determinação para que seja um sucesso estão lá”, garante.
Muito se tem especulado sobre quem irá estar na condução do Big Brother All Stars. Questionámos Cláudio Ramos sobre se o seu nome poderia ser uma opção em cima da mesa e o apresentador afasta-se dessa possibilidade. “Eu já disse à direção o que sinto sobre os realities. Eu fiz muitos seguidos e fiquei muito cansado. A estação aceitou dar-me uma pausa e eu agradeci. Há mil coisas para fazer, estou muito satisfeito com os projetos que tenho e aposto que será muitíssimo bem entregue”, assegura.
Textos: Carla Ventura ([email protected]); Fotos: Divulgação TVI